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Valongo do Vouga

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Repetição do artigo: "Em 15 dias ...“Carta Educativa”"

Em 15 dias ...“Carta Educativa”

Este Artigo foi publicado em Maio, creio que devo repetir a sua publicação esta semana para relançar a discussão até ao dia 26 de Setembro, dia em que a CARTA EDUCATIVA II vai ser aprovada....
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Carta educativa.JPG
(Foto obtida no site oficial da CMA. Circulo adicionado pelo autor do blog)



“A carta educativa” demorou muito tempo a ser apresentada aos interessados.
Após a sua apresentação apenas dispomos de duas semanas para analisar um tão extenso documento e de tanta importância para Valongo do Vouga.

É um erro esta precipitação.

Em sentido figurado poderemos dizer que assim teremos que “assinar de cruz” ou “passar um cheque em branco”.

Não conhecemos a tipologia do futuro pólo educativo, não conhecemos a racionalização dos espaços e a concentração dos meios humanos e logísticos que eventualmente possam ser colocados ao dispor deste novo equipamento.

Esvaziar a localidade Valongo do Vouga, poderá ser desajustada ( e é uma contestação que ganha adeptos). Mas será sempre uma decisão. Mas se de decisões poderemos falar então que se decidida manter pelo menos o Jardim escola a funcionar nesse lugar.

É pacífica a conversão da Actual Eb1 de Arrancada em Jardim Escola, mas se calhar é pertinente perguntar se não é altura de repensar a manutenção do “barraco” convertido em poli-usos da JFVV ?


Mas, prosseguindo com o reflexo da carta de intenções com a implantação do Pólo educativo:

Concentrar em Arrancada todos estes alunos pode trazer algumas vantagens de ordem administrativa e financeira. Mas coloca sérias interrogações sobre a fronteira entre adolescentes a sair do 3º ciclo e crianças a entrar para o 1º ciclo.

Os espaços podem ser "totalmente" comuns? Em teoria é muito lindo o entendimento, imaginado por nós adultos que não passamos nem vivemos a tempo inteiro a vivência das nossas crianças, mas acham que na prática nas áreas de lazer os maiores darão espaço para que os mais pequenos possam brincar? Na hora de intervalo, na hora de acesso e na hora de saída, não há uma supervisão eficaz desta problemática, teremos precocemente crianças frustradas ou privadas da sua mais importante tarefa que é brincar, ou incapacitadas de se defenderem da imposição dos mais velhos, face à diferente condição física diminuída pela desproporção de tamanho e capacidade de argumentos!

Acredito que nos espaços controlados e monitorizados pelos docentes e corpo de auxiliares as acções sejam efectivamente melhoradas e rentabilizadas. Mas a educação e o ensino não se reduz apenas a isto.

Ainda sobre a tipologia dos espaços a oferecer:

Creio que o actual polidesportivo da EB 2,3 está com a sua carga de utilização no limite ou até ultrapassado.

Creio que o refeitório da EB 2.3 não comporta o excedente que assim viria por acréscimo.

Portanto é ponto assente: É necessário um novo refeitório e um novo polidesportivo.

Não esquecer que é necessário uma sala ou espaço próprio para “serviço de cabide”, (ATL de pontas) aquele serviço que vai nascer com a extinção da prestação dos actuais ATL “oferecido pela CPVV e CSPVV.

O(s) terreno(s) a adquirir ou expropriar conseguem comportar estas necessidades? Respeitando as distâncias do curso de água que confina as actuais instalações?

Em paralelo com a concentração destes equipamentos está previsto resolver a questão da acessibilidade e parqueamento de viaturas?

Reparem, a Actual Eb 2,3 padece de há longa data de alguns problemas de iluminação aquecimento, e inexistência de cobertos, estão resolvidos?

Vamos continuar a “viajar” com as alucinações dos nosso políticos que anseiam por dar o melhor para as suas populações mas que depois da euforia, “a ressaca” com algum “amargo de boca” chegamos à conclusão que afinal eram apenas sonhos e a realidade é esperar por dias melhores!

Não nos atirem com “um osso” a pensar que ficamos com “o rabo a abanar”. Em Valongo do Vouga queremos para a educação “Cherne”. Sim, sabemos que as verbas e os quadros de apoio não podem, nem devem ser desperdiçados, Não vamos bater a porta a este projecto, vamos é bater o pé ao primeiro rabisco que nos mostram.

Reequacionem a possível explosão demográfica a que Valongo do Vouga estará sujeita a médio prazo, não vamos ficar confinados à distante visão que nos legou os últimos censos. Que alguém tenha coragem e a astúcia de ver mais longe.

A projecção a três anos é uma utopia, Em três anos não vamos assistir à conclusão do projecto, Seria mais racional dizer que será daqui a seis anos. Teria outra credibilidade


Para terminar:

“Carta Educativa”

Que ideia chamar “Carta Educativa” à “Carta das Infra-estruturas escolares” Uma carta educativa teria que ter a coragem de conciliar as infra-estruturas com os recursos humanos, mas isso a seu tempo veremos ser discutido.


Nota: Este artigo deve ser encarado como uma opinião pessoal e não como uma posição enquanto elemento da APAEV.

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