4000
Quem foi o quarto mil ?
Repito o que se disse pelo milésimo visitante....
Quem foi o primeiro?
Quem será o último?
Acham que é essa a essência que quebra a inércia e justifica manter este espaço aberto?
Acham que é esse o apanágio?
Não quis fazer a apologia da irreverência para o irreverente, o tendencioso pela tendência, a fugacidade de vos captar não pelo conteúdo, mas pela imagem ou pela imagem mostrar-vos a síntese do conteúdo?
Eu ainda não me cansei de divulgar a existência deste espaço, procurar motivar as visitas a este espaço, de dizer este espaço não é meu, é vosso, mas teimosamente para muitos que já sabem que este espaço existe, a indiferença e a maledicência deve ser mais forte que a simples participação. Sem falsa modéstia, também sei que a recôndita inveja pode ser a causa da apatia. A chamada oposição dos que nada fazem ou o simples temor de dar a conhecer a visão que temos do que nos rodeia. Sim somos rodeados de muita hipocrisia e se não nos acautelamos acabamos por render ao culto dessa praga que nos assola, sem darmos por isso. Reparem, eu não reivindico aplausos, não quero nem tenho necessidade de ser bajulado, reivindico críticas, sugestões, ideias, ideais! Mas como estas palavras seriam para aqueles que certamente nem se darão ao esforço de ler este texto até aqui, a vós que regularmente têm acompanhado a evolução deste Valongo do Vouga virtual, por vezes desfazado da cronologia, fragmentado pela ausência do que ficou por dizer ou mostrar, agradeço muito a vossa assiduidade, e a vós não nego confessar a satisfação pessoal que este projecto proporciona, achar que apesar de imperfeito, este espaço foi, será e é conquistado para vós!
Esperamos como predadores pela presa, sem pressa, mas ávidos por conseguir um pouco de participação. Se não saciarmos o nosso ego, pelo menos saciamos a submissão a uma causa, em que o troféu é magnitude deste projecto, tão grande ou tão pequeno, tem o limite que a vossa imaginação possa alcançar, intemporal e sem barreiras!